30 de março de 2010

29 de março de 2010

Um dia bizarro

O dia na escola... não foi dos mais interessantes, mas eu acho que ultimamente tem sido assim. Mesmos amigos, mesmas pessoas, mesmos professores... enfim... as mesmas pessoas sempre. às vezes seria legal se uma nave espacial caísse na escola e trouxesse alguém de interessante ou que eu fosse abdusida deste planeta de selvagens. Foi então que naquela aula de artes...
Estávamos todos da mesma forma de sempre, dormindo, ouvindo alguma coisa melhor que a voz insuportável da professora de artes, Nilce Guimarães arrg.! Eu estava lendo o meu livro favorito, quando de repente um barulho estranho me distraiu, eu olhei, mas não havia nada diferente na sala, então eu voltei à leitura. Ouvi o barulho por mais uma vez e quando olhei para cima o teto estava caindo, foi assustador, como daquela vez que a professora decidiu contar sobre o seu casamento frustrado. Foi uma hora todinha ouvindo sobre como o panaca do marido dela não a satisfazia na hora H. Eu continuei estranhando aquele barulho e o teto rachando, mas me lembrei que em cima da nossa sala de aula tem o banheiro dos professores e imaginei que algum professor pudesse estar lá, sabe, naquele momento intimo com o vaso, tentei avisar a professora sobre o barulho, mas ela nem estava la. Eu olhei para cima e o teto estava REALMENTE caindo.! Quando algo saiu de lá eu quase desmaiei, era um tipo de nave, nave mesmo daquelas espaciais, comecei a achar que estava pirando, imagina so que ridiculo, uma naves espacial saindo do banheiro dos professores, bizarro não é, mas estava acontecendo, naquele momento e de verdade. Uma porta abriu, e eu achei estranho porque não saiu gelo seco como nos filmes, precisavam ter visto a cara da nossa prezada professora, quase morreu, seria bem legal, mas não foi dessa vez. Um bicho muito estranho saiu de lá, ele tinha tres olhos e um nariz pequeno, boca grande e desproporcional, sem contar que a pele tinha uma cor esverdiada. Ele nos olhou por alguns minutos, estávamos chocados, sem ação, e depois desse tempo ele puxou minha professora que havia acabado de entrar pelo braço e colocou dentro da nave, a porta se fechou e ele a levou embora. Eu não sabia o que fazer, então comecei a rir, compulsivamente, mas quando percebi que ela não ia voltar... ri mais ainda.! Parecia tudo perfeito ate o momento em que eu acordei com o sinal do fim da aula... nada havia mudado, todos faziam suas coisas de sempre, eu estava com o livro debaixo do rosto e a professora estava passando sua maquiagem horrorosa de todos os dias... minha decepção não poderia ter sido maior.